| António Saiote |
| 16-Mar-2007 | |
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Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian em Paris e Munique onde obteve o Meisterdiplom com distinção. Foi solista na orquestra do teatro Nacional de São Carlos e na Régie Sinfónica onde era o único solista português. Membro do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa com Jorge Peixinho durante 11 anos. Membro do Júri nos prestigiados concursos de Toulon, Constancia, Sevilha e presidente do Valentino Buchi em Roma. Solista convidado dos congressos mundiais em EUA, Bélgica, França, Suécia e Japão. Actuou ou ensinou em mais de vinte Países da Ásia, Europa, América e Africa do Norte. Foi professor nos conservatórios de Coimbra, Figueira da Foz, Castelo Branco, Lisboa, Academia de Évora e dos Amadores de Música, Escola Superior de Lisboa, Universidade de Aveiro e Católica do Porto. Actualmente é professor na ESMAE (Porto). Actuou nos Festivais de Sintra, Estoril, Nancy, Xangai, Macau, Rabat, São Paulo, Belo Horizonte, Guimarães, Aveiro, Vila Real, Póvoa de Varzim, Paços de Brandão, Espinho, Algarve, Madeira, Açores e Folle Journée (CCB). Os seus alunos tocam em todas as Orquestras Portuguesas (melhor ratio por nacionalidades/instrumento) ensinam nas melhores escolas. São também detentores de prémios internacionais. - 1º Prémio Artes e Ideias (Música de Câmara e solista) Discografia Recital com Pedro Burmester para a Saphir Cargos Ocupados - Presidente da Escola Superior do Porto Personalidades Com Quem Actuou Jorge Peixinho, Olga Pratts, Gerardo Ribeiro, Anabela Claves, Elizabeth Matos, Irene Lima, António Rosado, Pedro Burmester, Gerard Caussé, Luciano Pavarotti, Edita Gruberova, Quarteto Prazac, Walter Boeykens, Karl Leister, Jacques Lancelot, Louis Claret, Wilfried Strehle, Larry Combs, Sequeira Costa, entre outros. Orquestras Onde Actuou Como Solista Gulbenkian, Sinfonia Portuguesa, Clássica do Porto, régie Sinfónica, Rádio de Lisboa e Porto, São Paulo, Xangai. Desde 1998 desenvolve paralelamente uma profícua carreira de maestro tendo dirigido vários vezes a Sinfónica Portuguesa, Orquestra Clássica do Porto, Filarmónica das Beiras, Orquestra Académica e ESMAE. - Dirigiu na Venezuela, Espanha, Lituânia, Inglaterra e Alemanha. Óperas Dirigidas - O Amor Industrioso, de Sousa Carvalho Projectos Futuros - Hora Espanhola Compositores Dirigidos do Repertório Sinfónico Mahler, Debussy, Mozart, Holst, Wagner, Stravinsky, Tchaikovski, Shostakovich, Schumann, Brahms, Mendelsohn, entre outros autores clássicos e contemporâneos. Imprensa “Da excelente interpetação de António Saiote retivemos sobretudo uma inteligente delimitação de planos sonoros, em boa parte resultante de um fraseado orgânico, de uma emissão sempre muito expressiva, e de uma presença extremamente natural e flexível, em que o gesto sempre corresponde ao som.” “António Saiote played with virtuosic brilliance, very appealing and expressive throughout, with great style, control, and conviction.” “A clareza e a segurança da sua marcação foram indícios de que um excelente clarinetista pode dar origem a um excelente maestro.” “Nas restantes peças, o trio esteve bem, com especialíssimo destaque para a prestação de António Saiote. O clarinetista tocou de forma esplêndida, com sonoridades muito polidas, e um extraordinário sentido de frase. Saiote possui a qualidade de variar o timbres sem sacrificar a continuidade do tempo, facto que nem sempre se verifica em solistas de renome internacional. Atento às nuances expressivas dos outros músicos, Saiote não procurou falsos protagonismos e caracterizou com requinte muitos dos detalhes naturalistas expressos nos textos alemães.” “O Remix Ensemble revelou uma coesão optimizada pelo rigor, precisão e energia da direcção de António Saiote, pedra basilar de todo o conjunto.” “António Saiote, maestro, revela as mesma reais qualidades que se lhe reconhecem à muito como clarinetista: apurado sentido de frase; orgânico desenho de linhas, pontos, planos; expressiva leitura do todo. O clarinete é um instrumento extraordinariamente dúctil; a direcção de António Saiote também: A sua gestica simples e rigorosa, mas modulada e flexível, mostra-nos que o som tem um percurso (nasce, cresce e morre).” “Bem andou o maestro António Saiote, a propor tão sugestivo programa, revelando qualidades como competência, musicalidade, carisma, que explicam o indiscutível sucesso deste concerto. António Saiote revela aquele tipo de empatia que é capaz de imobilizar um largo efectivo para um mesmo e perfeito objectivo, num curto espaço de uma semana. Depois, a direcção de António Saiote é clara e expressiva. Elegante também. O maestro sabe fazer-se entender (…) como não pode deixar de lembrar-se a perfeita condução da orquestra no último quadro dos Pinheiros de Roma, desde a levíssima melodia do início até ao apoteótico final, num longo e magistral crescendo.”
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Nasceu em Loures em 14-07-60.